quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Viagem à Lua - Farsa ou Realidade?

Um pequeno passo para o Homem um grande passo para a Humanidade. (Neil Armstrong)

A descoberta da lua proporcionou a toda a comunidade científica e a toda a humanidade conhecer o astro que mais se aproxima de nós, levando a cabo a insistência na contínua descoberta do Universo que nos rodeia. No século XX a Guerra Fria conduziu a milhares de informações novas acerca do que avistamos no céu, sendo as várias missões soviéticas e norte-americanas as responsáveis pelo desenvolvimento tecnológico e científico desde então.
Em Abril de 1969 pela primeira vez em toda a história humana, o Homem conseguira visitar a lua. Neil Armstrong, tripulante da missão Apollo 11, foi aquele que pisou o solo lunar pela primeira vez, deixando uma permanente pegada humana que comprova a sua ida à lua. Além disso, foi presenciado em vídeos filmados pelas câmaras da nave (provavelmente protegidas contra as altas temperaturas que lá se farão sentir devido à aproximação ao Sol) o astronauta a colocar a bandeira norte americana na superfície lunar.
Muitos outros factos científicos demonstram a veracidade da visita do Homem ao satélite natural terrestre. No entanto, vários são aqueles que continuam tentando arranjar argumentos contra a descoberta científica que revolucionou a descoberta espacial. Existem imensos artigos que especulam a farsa da visita lunar, dando como argumento principal todo o enredo ter sido filmado num estúdio. Criou-se, portanto, uma “Teoria da Conspiração Espacial”. Ao longo de várias pesquisas realizadas pelos “Cabeças na Lua” deparamo-nos com muitas falsas provas e contra-argumentos científicos acerca desta conspiração. Praticamente todas as provas evidenciadas pelos que não crêem na visita do homem há lua são contraditórias, quando comparadas com toda a matéria científica actual, que podemos consultar em variadas bibliotecas (virtuais ou não).
Aos interessados (tal como nós) pela descoberta espacial aconselhamos a consultar e comparar muitos artigos relacionados com esta matéria, principalmente as eventuais dúvidas que surjam aquando a sua leitura e principalmente aquilo que se argumenta como farsa e o que a ciência já tomou conhecimento e corrige.
Enquanto grupo de jovens investigadores espaciais e 1\interessados que somos, pensamos que todas as provas apresentadas pelos que dizem “a viagem à lua foi uma farsa” não são muito bem esclarecedoras (depois de comparadas com o conhecimento científico), na medida que aparentam ser manipuladas e erradas, conduzindo-nos a afirmar que a “Teoria da Conspiração Espacial”, esta sim, apresentada como uma grande mentira.
O Homem foi à Lua. Caso este dado fosse uma “farsa” nunca teria sido possível obter as informações que possuímos acerca do Universo actual. Como tal, seria, também, de desconfiar das imagens do nosso sistema solar e seus constituintes, bem como do conhecimento científico acerca destes. Deste modo, iria conduzir-nos, também, à desconfiança da nossa presença num Universo tão vasto. Contrariar a passada presença do homem na Lua é ignorar tudo o que se sabe sobre a origem do nosso planeta e de toda a vida que este engloba, levando-nos a questionar a nossa existência, como num passado Aristotélico. Tudo aquilo em que acreditamos e conhecemos voltaria à estaca zero, isto é, aos tempos primitivos da nossa espécie.
Assim, e para responder ao título do artigo por nós escrito, os “Cabeças na Lua” acreditam na veracidade da presença humana na Lua.

Porquê "Cabeças na Lua"?

"Lua" porque nos remete para o Universo, a base do nosso projecto. "Cabeças na Lua" porque este ano lectivo pretendemos entregar a nossa atenção, as nossas cabeças, ao nosso Universo. 

Temos a acrescentar a todos os nossos visitantes que por questões de um melhor bem-estar individual e de grupo os "Cabeças na Lua" adoptaram um novo membro, o Marco Magalhães. Como tal, o nosso logótipo sofrerá uma pequena ou grande alteração. Brevemente será actualizado.



terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Porque é que a Lua muda de forma?

As fases da lua ocorrem porque ela não possui luz própria. Nós só a vemos quando ela é iluminada pelo Sol e reflecte a luz dele. E, como a lua está em órbita da Terra, durante alguns momentos dessa trajectória a face dela que permanece voltada para nós não recebe luz do Sol, ficando totalmente no escuro. Conforme ela vai progredindo em sua órbita em torno da Terra, pouco a pouco sua face voltada para nós vai recebendo iluminação do sol.

Porque é que o céu é azul?

John Tyndall (séc. XIX): Defendeu que a cor azul do céu podia ser causada pelo modo como pequenas partículas de pó ou gotículas de água podiam reflectir a luz azul da luz branca do Sol, por ter comprimentos de onda curtos dispersava-se em todas as direcções do céu enquanto que a luz laranja e vermelha, que tem comprimentos de onda maior, podia atravessar o céu sendo relativamente pouco afectada.

Outros cientistas posteriormente compreenderam que a dispersão tem de ser feita pelas próprias moléculas do ar, mas no tempo de Tyndall os cientistas ainda não sabiam da existência das moléculas.

Einstein (1919): Publicou um artigo onde apresentava os cálculos que provavam que a cor azul do céu é produzida pela luz dispersa pelas moléculas do próprio ar (oxigénio e azoto).



O espectro visível


Isaac Newton: Demonstrou que a luz branca do Sol é uma mistura de todas as cores do arco-íris, usando um prisma de vidro para separar as diferentes cores que formam o espectro de luz visível. As diferentes cores de luz são caracterizadas pelo seu comprimento de onda. A parte visível do espectro estende-se desde o vermelho, com um comprimento de onda de cerca de 720 nm (nanómetros) até ao violeta, com cerca de 380 nm, com o laranja, amarelo, verde, azul e ingido pelo meio.


Então se as moléculas presentes no ar dispersam mais a luz com comprimentos de onda mais curtos, porque é que o céu não é violeta em vês de azul?

Grande parte da luz violeta é absorvida na alta atmosfera, pelo que nos chega muito pouca luz neste comprimento de onda. Por outro lado, a retina dos nossos olhos tem três tipos de receptores, denominados de vermelho, azul e verde. Estes são mais sensíveis à luz correspondente a estes comprimentos de onda. Deste modo, os nossos olhos quase não conseguem detectar a luz violenta e como resultado vemos o céu azul.


E então o pôr-do-sol?

Quando vemos o pôr-do-sol os raios de luz estão quase "paralelos" à atmosfera, atravessando-a ao longo de uma distância maior. Deste modo, quando a luz chega aos nossos olhos praticamente todo o azul já foi disperso, restando o amarelo, laranja e vermelho. O pôr-do-sol é tipicamente amarelo, sendo que quando o ar está poluído este nos parece mais avermelhado. A bonita cor laranja, característica do pôr-do-sol sobre o mar, tem em grande parte a ver com a dispersão causada pelas de partículas sal.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Qual é a estrela mais brilhante do céu?

Sirius é a estrela mais brilhante no céu nocturno, com uma magnitude aparente de −1,46, localizada na constelação de Canis Major. Pode ser vista a partir de qualquer ponto na Terra. Sirius dista 2,6 parsec (ou 8,57 anos-luz) da Terra, sendo por isso uma das estrelas mais próximas do nosso planeta e uma massa de cerca de 2,4 vezes maior que a massa do Sol.

Lista das estrelas mais brilhantes (por ordem de brilho):
·         Sírius
·         Canopus
·         Arcturus
·         Alpha Centauri
·         Veja
·         Rigel

Qual é a estrela da manhã?


O planeta Vénus é conhecido como estrela da manhã ou estrela vespertina por ser o primeiro ponto a aparecer e o último a desaparecer do céu e encontra-se muito próxima da Lua.

Qual o número de habitantes do planeta Terra?


Pelas pesquisas mais recentes existem cerca de 6,5 mil milhões de habitantes no nosso planeta.